Acadêmicos
Casimiro Tibimkoski (In memoriam)

 

Casimiro Tibimkoski (In memoriam)
Cadeira: 5
Posição: Fundador

Biografia

 Nascido na localidade de Linha Batista em Criciúma em 04 de Março de 1917. Filho de Simão Tibincoski e Helena Preis Tibincoski. Irmãos: Estanislau, Luiz, José, Gabriel, Lucia, Verônica, Wanda, Helena, Regina. Casado com Julia Selinger Tibincoski (falecida) de cujo matrimonio nasceram, Hiolanda, Selva, Altair (falecido), Alfredo, Ivo, Genésio (falecido), Iracema, Narciso, Alice todos casados. Escolaridade: Dois anos de escola em Polonês. Profissão: Agricultor. Desde a sua infância, ou seja, aos nove anos já começava seu trabalho comunitário, quando então era coroinha nas missas de Cocal. Aos quinze anos foi responsável pelos cultos dominicais na capela em Linha Batista, nesta mesma idade liderou a fundação na sociedade “Juventus” onde foi secretário por quatro anos, sociedade está que fazia parte da “União Central dos Poloneses do Brasil” com sede em Curitiba que foi extinta durante a Segunda Guerra Mundial. Aos vinte anos prestou serviço militar no 14º BC sediado na capital catarinense. Em 11 de Novembro de 1936 celebrou seu casamento com a Srta. Julia Selinger. Em 30 de Junho de 1940 mudou-se para Içara sendo um dos desbravadores da Linha Três Ribeirões. Em pouco tempo conquistou muitos amigos e em seguida participou da Associação Coral de Içara que tinha como maestro o Podre Boleslau, de quem era amigo desde a sua infância. Foi membro do SENEC, membro da CAEP da matriz São Donato, membro da diretoria da APP do Colégio Antônio João de Içara atualmente Salete Scotti. Sócio fundador e principal responsável pelo sindicato rural de Içara onde atuou como presidente provisório e posteriormente eleito primeiro presidente. Fundador do sindicato dos trabalhadores rurais. Festeiro das festas da matriz São Donato. Liturgista por dez anos possuidor do diploma “Fé, Honra e Trabalho”. Também participou ativamente na vida política de Içara. Foi presidente e tesoureiro da Escola Três Ribeirões, atualmente. Dimer Pizzetti. Lutou pela construção da capela São José operário do bairro Liri. Em 30 de Maio de 1985 perdeu sua esposa, grande companheira que juntos somaram 49 anos de convivência. Em 21 de Julho de 1995 em sessão solene recebeu o certificado de cidadão honorário de Içara. Apesar de ter estudado apenas dois anos na sua infância é autor da “Pagina Polonesa do livro Centenário de Criciúma” onde participou da comissão de cultura. Autor do livro “Lembranças de um Pioneiro” relata a história da localidade Linha Três Ribeirões do bairro Liri. Seu último trabalho foi escrever o livro da história da colonização polonesa da região. Liberal aberto ao diálogo firme nas decisões escravo da verdade defensor dos menos favorecidos amigos das crianças. Homenagem e placa da Colônia Polonesa de Linha Batista pelos servidores prestados. Doação de terrenos para a construção da capela do bairro Liri. Destaque 2001 pelo Jornal Içarense. Medalha de bronze dos Idosos Içarenses. Dezenas de entrevistas dados aos estudantes de Tubarão, Criciúma, Lauro Muller, Orleans. Faleceu em 6 de Janeiro de 2009 em Içara.

Obras

MINHA VIDA





Nascido na localidade de Linha Batista em Criciúma em 04 de Março de 1917. Filho de Simão Tibincoski e Helena Preis Tibincoski.
Irmãos: Estanislau, Luiz, José, Gabriel, Lucia, Verônica, Wanda, Helena, Regina. Casado com Julia Selinger Tibincoski (falecida) de cujo matrimonio nasceram, Hiolanda, Selva, Altair (falecido), Alfredo, Ivo, Genésio (falecido), Iracema, Narciso, Alice todos casados.
Escolaridade: Dois anos de escola em Polonês.
Profissão: Agricultor.
Desde a sua infância, ou seja, aos nove anos já começava seu trabalho comunitário, quando então era coroinha nas missas de Cocal. Aos quinze anos foi responsável pelos cultos dominicais na capela em Linha Batista, nesta mesma idade liderou a fundação na sociedade “Juventus” onde foi secretário por quatro anos, sociedade está que fazia parte da “União Central dos Poloneses do Brasil” com sede em Curitiba que foi extinta durante a Segunda Guerra Mundial.
Aos vinte anos prestou serviço militar no 14º BC sediado na capital catarinense. Em 11 de Novembro de 1936 celebrou seu casamento com a Srta. Julia Selinger. Em 30 de Junho de 1940 mudou-se para Içara sendo um dos desbravadores da Linha Três Ribeirões.
Em pouco tempo conquistou muitos amigos e em seguida participou da Associação Coral de Içara que tinha como maestro o Podre Boleslau, de quem era amigo desde a sua infância. Foi membro do SENEC, membro da CAEP da matriz São Donato, membro da diretoria da APP do Colégio Antônio João de Içara atualmente Salete Scotti.
Sócio fundador e principal responsável pelo sindicato rural de Içara onde atuou como presidente provisório e posteriormente eleito primeiro presidente. Fundador do sindicato dos trabalhadores rurais. Festeiro das festas da matriz São Donato. Liturgista por dez anos possuidor do diploma “Fé, Honra e Trabalho”.
Ortogrado a grandes vultos catarinenses. Também participou ativamente na vida política de Içara. Foi presidente e tesoureiro da Escola Três Ribeirões, atualmente. Dinne Pizzetti.
Lutou pela construção da capela São José operário do bairro Liri. Em 30 de Maio de 1985 perdeu sua esposa, grande companheira que juntos somaram 49 anos de convivência. Em 21 de Julho de 1995 em sessão solene recebeu o certificado de cidadão honorário de Içara.
Apesar de ter estudado apenas dois anos na sua infância é autor da “Pagina Polonesa do livro Centenário de Criciúma” onde participou da comissão de cultura. Autor do livro “Lembranças de um Pioneiro” relata a história da localidade Linha Três Ribeirões do bairro Liri.
Seu último trabalho foi escrever o livro da história da colonização polonesa da região. Liberal aberto ao diálogo firme nas decisões escravo da verdade defensor dos menos favorecidos amigos das crianças.
Homenagem e placa da Colônia Polonesa de Linha Batista pelos servidores prestados. Doação de terrenos para a construção da capela do bairro Liri.
Destaque 2001 pelo Jornal Içarense. Medalha de bronze dos Idosos Içarenses. Dezenas de entrevistas dados aos estudantes de Tubarão, Criciúma, Lauro Muller, Orlenas.


 


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