Acadêmicos
Silésia Pizzetti Augustinho

 

Silésia Pizzetti Augustinho
Cadeira: 24
Posição: Fundador

Biografia

 Nasceu no município de Içara, de parto domiciliar na antiga casa do engenho de farinha dos avós João e Olívia Pizzetti, no dia 27 de abril de 1965, primeira filha dos agricultores Gildo Pizzetti e Santina Zanette. Com muitas dificuldades de locomoção por problemas físicos, dedicou-se aos estudos, fazendo magistério e lecionando. Graduada em Letras pela UNESC, é lotada na Rede Pública Municipal. Casada com Luiz Augustinho tem dois filhos: Fernando e Augusto. Endereço: Rua João Ferminio, 326, B. Jardim Silvana, Içara- SC – fone: 34238086, silesiapizzetti@hotmail.com/icara.cultura@terra.com.br. 1.Título: Literatura Içarense: Analise socio-retórica literária e a produção escolar (não publicado)

Obras

Queridas brasileiras e ...



Foi com esta singela e significativa expressão, Dilma Rousseff esquiva-se do tradicionalíssimo cumprimento protocolar de senhores e senhoras... em que designa primeiramente os homens para depois fazer referência a mulher, que nossa Presidenta deu início a seu primo discurso no parlatório.

Trajada da cobiçosa faixa presidencial, empossa pelo ex-presidente Lula, Dilma Rousseff em verde-amarelo faz uso da pensada injunção “Queridas brasileiras e queridos brasileiros...”. A eleição das palavras, deixa evidenciar a privilegiada posição na qual a figura da mulher passará a ocupar os planos governamentais. Do maior cargo eletivo- democrático brasileiro já almejado e, hora, conquistado pela primeira vez por uma mulher.

Outra marca fortíssima do domínio feminino, está no título de Presidenta em que autodenomina-se Dilma. Ela se intitula presidente no sentido literal do gênero feminino.

A desinência de presidenta é uma forma direta de autoafirma-se perante a sociedade machista: sou presidente e sou mulher. Designa sua vontade de que não quer ser, em momento algum de seu mandato, meramente confundida como uma mulher em cargo masculino. Diferentemente das especulações maliciosas do período de campanha, ela assume o poder como mulher. Ela está deixando cloro aos brasileiros que, a partir de 1º de janeiro de 2011, o país será governado pela sensibilidade e delicadeza de uma mulher.

Mulher, governanta e mãe, que se promete a governar com carinho especial em prol daqueles mais desfavorecidos. Confessa ser uma mulher sonhadora e revela que carrega consigo o sonho peculiar de uma mãe para com seus filhos.

Presidenta mais afetuosa, mas não menos comprometida ideológica e administrativamente com o bem comum do povo governado. Em sua receita presidencial além do sonho, acrescentam como ingrediente essencial as metas bem definidas e os objetivos muito bem traçados.

Dilma confirma que têm grandes os sonhos. E que “é preciso seguir os sonhos para romper os limites do possível.” Em seu discurso de posse, nossa presidenta Dilma Rousseff se diz comprometida com a “lutar por um país melhor para se viver.”

A nossa esperança a contempla como uma afável mãe, que ela não se torne pérfida; Como uma sensível mulher, que não desande friúra. Assim o diz, a esperança é a última que morre, mas morre. Bem como as mães e as mulheres.

Crônica - Professora e Acadêmica: Silésia Pizzetti Augutinho




 


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