Acadêmicos
Giovani Duarte Oliveira

 

Giovani Duarte Oliveira
Cadeira: 21
Posição: Fundador

Biografia

 Giovani Duarte Oliveira, advogado, especialista em Direito Processual Civil, atuante em advocacia e assessoria jurídica empresarial, com atuação em direito do trabalho, civil e tributário, com foco no direito do fomento mercantil e bancário. Experiência também nas áreas jurídicas de empresas de outros ramos, dentre eles, indústria metalúrgica, metal mecânica, de alimentos, de implementos para mineração e cerâmica, plásticos, alimentos, TI, gases industriais, têxtil, eletricidade industrial, mão de obra, cartório extrajudicial de protestos, comércio atacadista e varejista, transportes, locação e saúde. Advogado Associado à ABAEF – Associação Brasileira dos Advogados de Empresas de Fomento, ex- presidente, membro do Veteran Car Club de Criciúma – Clube de Carros Antigos, co-autor do livro Percepções edições II, III, IV e V, organizado pelo poeta e escritor Ivonilson Magalhães, membro do Conselho de Defesa do Consumidor da OAB Criciúma desde 2002, articulista do Jornal da Manhã, com artigos publicados em outros periódicos.

Obras

Resiliência





O conceito vem da física, que é a propriedade de materiais que retornam ao estado normal após uma tensão, a exemplo do tapete. Refere uma capacidade de absorver tensões.

O termo é utilizado pela física e engenharia. Há pouco vem tendo aplicação nos estudos das ciências humanas. Com o início dos estudos sobre resiliência passou-se a focar crianças e adolescentes, entretanto, quem sofre com a falta de resiliência são adultos.

A definição do Projeto Internacional de Resiliência, dirigido por Edith Grotberg e apoiado pela Bernard van Leer Foundation é: “Resiliência é uma capacidade universal que permite que uma pessoa, grupo ou comunidade previna, minimize ou supere os efeitos nocivos das adversidades”.

Uma pessoa resiliente sempre busca respostas positivas para situações de adversidades, se molda e age consciente e positivamente, utiliza os acontecimentos para crescer intelectualmente, se comporta bem nas situações difíceis, dribla o stress, as dificuldades, as raivas e transforma tudo em aproveitamento positivo.

O sujeito resiliente tem humor, aceita criticas, valoriza relações interpessoais e coloca o próximo em primeiro. A resiliência engloba coerência, pró-atividade, perseverança, motivação, coragem...

O resiliente encoraja os demais, se desculpa com seus inimigos, retirando de si a força negativa lançada por eles, é otimista e tem esperança na solução das coisas, é altamente capaz de mudar e se adaptar, perdoa e não responde ofensas por impulso. Não se importa com ditados como “não levar desaforo para casa”, respondendo inteligentemente.

Estar disposto a mudar é o primeiro passo. Se sempre achamos que estamos certos, não ouvimos os outros, nos zangamos ao ser contrariados é um sinal de que não somos resilientes. Está ai, a chance de mudar.

A resiliência é o primeiro passo para o sucesso pessoal! Sucesso não é só profissional. Assim, devemos agir como adultos e sentir como crianças. Os resilientes vencem desafios mais facilmente. Outra das características do ser resiliente é administrar a emoção, mantendo a calma, mesmo sob pressão.

A palavra tem sonoridade estranha e significado desconhecido, mas faz diferença. Se você é líder e conhece resiliência, a sugestão do texto é que pesquise, podendo assim, passar adiante. Quem somente recebe conhecimento, é liderado, mas como você o estimula, então lidera. Seja resiliente, ame o próximo!





 
ARTIGOS PUBLICADOS:



- O quinto Constitucional – Jornal Tribuna do Dia - 12/05/03 - p. 6 - http://www.tj.sc.gov.br/resenha/maio/resenha13.htm

- Empreendedorismo – Jornal da Manhã – Criciúma-SC, 07 de janeiro de 2009;

- Resiliência - Jornal indústria e Comércio – Curitiba-PR, 23 de março de 2009 - http://induscom.com.br/content/view/17701/109/;

- Resiliência – Jornal União – Londrina-PR, 23 de março de 2009 - http://www.jornaluniao.com.br/noticias.php?noticia=490

- Resiliência – Site da OAB/SC Subseção de Criciúma-SC, 25 de março de 2009 - http://www.oabcriciuma.org.br/exibe_art.php?id=25;

- Empreendedorismo – Site da OAB/SC Subseção de Criciúma, 07 de abril de 2009 - http://www.oabcriciuma.org.br/exibe_art.php?id=26;

- Resiliência – Jornal da Manhã, Criciúma-SC, 18 de março de 2009 - http://www.jmnet.com.br/edicoes/18_04/index.htm

http://www.jmnet.com.br/edicoes/18_04/index.htm;

- Gentileza – Jornal da Manhã, Criciúma-SC, 01 de julho de 2009 –

- Ação. A grande diferença! – jornal da Manhã, Criciúma-SC, 18 de julho de 2009 - http://www.jmnet.com.br/edicoes/18_07/index.htm ;



Giovani Duarte Oliveira - OAB/SC 16.353

GIOVANI DUARTE OLIVEIRA ADVOGADOS ASSOCIADOS

Advocacia & Assessoria Jurídica Empresarial OAB/SC 1550

Defendi Casagrande, n.º 82 | CEP 88.802-600 Criciúma-SC

Fone/fax 55 48 3433-0123 giovani@duarteoliveira.adv.br

Skype:giovaniduarteoliveira www.duarteoliveira.adv.br

Twitter: GDuarteOliveira | Escritório Associado à ABAEF

Assoc. Bras. Advogados Empresas de Fomento Mercantil




 
A GESTÃO E O BASTÃO



Todos os dias, nos deparamos com situações delicadas na gestão de uma organização. A que mais chama a atenção é a falta de uma política pré-definida pela gestão, que acaba em algum ponto sendo a razão para a queda do bastão! O bastão é uma alusão ao objeto usado nas corridas com bastão, onde o corredor anterior tem de entregá-lo ao atleta que o precede. Caso o bastão não seja entregue na sua forma ideal, pode cair ou no caso da demora, pode ser o fator crítico para a equipe perder a corrida.

Assim acontece todos os dias nas organizações. Em muitas situações, o bastão cai, em outras é entregue com demora ou imperfeições e, em poucas, é entregue no tempo certo e na forma ideal. Assim como toda empresa tem um gestor, toda equipe tem um técnico, e muitas vezes vimos o técnico cair pelo insucesso da equipe. Isso ocorre por uma questão de lógica, pois a forma de entrega do bastão deve ser idealizada e definida pelo gestor. Imaginemos uma situação corriqueira de qualquer organização, onde um telefone é atendido por uma pessoa que não está preparada para passar o recado da ligação (bastão) na forma e no tempo certo. Um cliente entra em contato e passa o recado para ser entregue a um vendedor que não pode atender no momento e pede retorno.

O bastão é o recado e o corredor é quem recebeu o recado e o atleta que o precede é o vendedor. Se o recado não é passado (o bastão cai) e a venda é perdida. Se o recado é passado distorcido (o bastão é passado atravessado), pode o vendedor demorar a entendê-lo, e no caso de o recado demorar a ser passado, o vendedor pode demorar a dar o retorno e em todos os casos, certamente, tem outra equipe correndo e andando na frente, tanto na velocidade, quanto na qualidade na troca de mãos do bastão.

E o principal de tudo: o bastão só pode ser solto pelo corredor da frente quando este tem certeza que o atleta que o segue o pegou adequadamente, ou seja, fazendo a analogia nas organizações, não dá para passar a informação adiante e com ela a sua respectiva responsabilidade, sem ter certeza que o bastão foi adequadamente apanhado.

Assim, um recado só pode ser passado adiante depois de contar todas as informações necessárias como origem, telefone, assunto, destinatário e o objetivo desta informação, e tudo isso somente pode ser considerado entregue quando o interlocutor confirma o recebimento e isso só ocorre quando há a uma resposta como "ok, entendido! (palavras do administrador Thiago Antonio Duarte).

A teoria do bastão aprendi com o doutor Oscar Rubem Klegues Montedo em sua fala de que somente podemos considerar a informação passada adiante (bastão), após a confirmação de quem o recebeu.

Atualmente, escutamos as pessoas dizerem: "passei no e-mail", ou "te mandei uma mensagem", ou, "deixei recado no teu Facebook", ou ainda, passa uma informação enquanto a pessoa está conversando com outra, ou ao telefone, e assim, os "bastões" vão caindo pelo caminho e a informação ou custa a chegar, ou chega da forma errada, ou ainda chega distorcida do que foi originalmente dito.

E essa correção é do gestor, pois ele, sim, deve desenvolver medidas e meios de desenvolvimento para que o bastão seja corretamente e agilmente repassado! Para isso, precisa desenvolver um nível de conscientização tal que a ideia seja comprada e incorporada pela equipe, que merece também qualificação, treinamento, e ter à sua disposição, ferramentas adequadas e procedimentos internos bem definidos, assim como avaliação de desempenho onde suas ações possam ser computadas e reconhecidas, sempre com a utilização de um processo sistemático e cíclico de planejamento, controle e ações corretivas.

E nas palavras do Jornalista José Adelor Lessa, "Pense nisso!" Pense sobre o que está havendo de equivocado em sua organização, e aproveite essa oportunidade de crescimento, onde você pode tornar sua maior dificuldade no seu maior diferencial.

Giovani Duarte Oliveira é advogado, fundador do escritório Giovani Duarte Oliveira Advogados Associados e especialista em Processo Civil e em Gestão Estratégica de Empresas.


 


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