Acadêmicos
Gesiel da Silveira Gonçalves

 

Gesiel da Silveira Gonçalves
Cadeira: 10
Posição: Fundador

Biografia

 Nasceu em Criciúma em 15/06/1964. Músico, com alguns anos de estrada apresentando-se pelo sul e sudeste do Brasil, Espanha e Portugal. De uns tempos para cá parou de rodar por este “mundo de Deus” para poder escrever, passando horas diante do computador, debruçado sobre livros, sem deixar o seu fiel escudeiro, o gravador de entrevistas. É professor de História e Educação Religiosa. No final do século 20 começou a vida literária. Um dos livros publicados fala sobre a cidade de Içara, abordando a Fé evangélica e seus primeiros anos no município. É sobrinho de içarenses evangélicos que iniciaram o movimento pentecostal em Içara através da Igreja Assembléia de Deus. É professor efetivo na Escola Antonio Gugliemi Sobrinho (Vila Nova). Publicações: “O vento sopra onde quer”; Quem não tem dinheiro conta histórias”; “Só...rindo”; “Minha vida de ontem”; "Içara - A Fé Evangélica"; "Aconteceu no século XX"; "Revista Gênesis"; CDs: Toque de Esperança I,II(sax); As 12 mais belas canções; Instrumental; Coral Giácomo Zanette (adolescentes). gesiel.goncalves@bol.com.

Obras

30 ANOS DE LOUVOR GOSPEL



Gesiel Gonçalves é músico antes de ser escritor. Há mais de 30 anos louvando através de solos no Saxofone. Começou com o Sax-Tenor, depois foi para o Sax-Alto por ordem do Coronel Kel da Banda da Polícia Militar de Santa Catarina. Foi músico-sargento por um período curto. Em Criciúma passou a tocar o Sax-Soprano na era Kenny G. Achou legal e continua até os dias atuais.

Conheça mais sobre a música de Gesiel Gonçalves:

www.genesisrevista.com
revistadomaior.blogspot.com

Assista o vídeo: (Música Doce Espírito)



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Música Jesus é Melhor




 
Livro Entrada para ao menos metade do coração de uma tempestade



Livro Poesias - Rafael Fernandes Gonçalves - (filho do escritor Gesiel Gonçalves) lançou seu primeiro livro de poesias 'Entrada para ao menos metade do coração de uma tempestade'.

Lançamento aconteceu na Livraria Fátima, Centro, Criciúma. Participação do violonista Samuel de Bona (Violão).



 
As Quatro Estações da Vida



Primavera - Nascimento, florescimento, desabrochar, despertar, adolescência. Realmente tudo floresce. Vai, aproximadamente, até os 21 anos de idade.

Verão - O tempo do vigor, de fazer, abraçar tudo, realizar, vida intensa, dos acontecimentos, juventude, explendor. "O sol do meio-dia do verão" é, mais ou menos, entre 30 e 35 anos de idade.

Outono - Sinal de alerta. O corpo começa a sentir a mudança da estação, prenúcio de um rigoroso inverno pela frente. Ainda há vigor, mas começam a aparecer falhas no sistemas, na "máquina" (a época do "condor" chegou: com dor aqui, com dor ali). Não queremos, mas vamos entrar para a terceira idade.

Inverno - Esta estação já diz tudo: frio, recolhimento antes do pôr-do-sol, pouca gente na rua, janelas e portas fechadas, corpo debilitado, fraqueza do corpo, dos braços, das pernas e das costas, dos dentes e das vistas, apagar das luzes, marcas do que se foi, nostalgia.


"Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais dirás: Não tenho neles contentamento".
- Eclesiastes 12. 1-8.



 
Espelho



Reflito o oposto, mas o real
Sou um espelho errôneo, sincero, fosco e esperançoso
Um exemplo imperfeito. Perfeito erro
Gerado de sua inconstante decisão, sua confusa perfeição
Que me faz querer gritar, parar, acertar... desfazer.
Fazer. O certo, funcionar, resolver, consertar.
Bater.. Pois o que se ouve aqui dentro, agora,
Mais se parecem ecos... socos, quedas.
Que a vida me trouxe e me deu, sem ao menos me avisar
O que eram, como seriam, como hão de ser.
Mas agora sei como seriam. Como são.
São baques surdos de minha felicidade e tristezas, caindo.
Alteradamente. Caem e levantam, uma de cada vez.
Ironicamente a causa disso, de tudo isso acontecer, começar, aparecer e cessar é apenas uma.
Descobrir, saber, responder e, novamente, resolver.
Reciprocamente. Sem variações. Constantetemente,
Involuvelmente. Voluvelmente. Sim, voluvelmente. Do seu jeito.
Mas não temporariamente. Não constantemente inconstante.
Sim, inconstantemente constante.
Porém, e apesar, amor. Amor.
Mutável, mas permanente.
O que mais teria sido? Se não era Amor, o que mais seria?
Te amo. Amo fazê-lo. Odeio te amar.
Odeio ter cogitado odiar te amar. Odiando o ódio.
O ódio cogitado, te amo odiosa e não odiosamente.
Confusamente. TE AMO!
Diferente e igualmente a você...
Inconfusamente confuso sou.
Espelho errôneo. Que acerta.

Poema de Rafael Fernandes Gonçalves (16 anos), filho de Gesiel Gonçalves.


 


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